Um voo da Lufthansa entre Frankfurt e Sevilha em 2024 tornou-se um caso de estudo na aviação após ficar 10 minutos sem nenhum piloto na cabine de comando.
O incidente, revelado em relatório oficial, ocorreu quando:
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O comandante saiu para ir ao banheiro
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O copiloto passou mal e ficou incapacitado
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O piloto ficou trancado fora da cabine por vários minutos
Como o incidente aconteceu
✈️ 10h31 - Comandante deixa a cabine para necessidades fisiológicas após conversa normal com copiloto sobre condições de voo
🔄 10h39 - Ao retornar, não consegue reentrar na cabine (5 tentativas falhas com código de acesso)
🚨 10h42 - Copiloto, já em crise médica, abre manualmente a porta - foi encontrado pálido e suando
🛬 10h50+ - Jato desviado para Madri, pousando com segurança 20 minutos depois
Detalhes alarmantes
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O piloto automático manteve o voo estável durante todo o período
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Tripulação e um médico passageiro socorreram o copiloto, diagnosticado com primeiro episódio convulsivo
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Seu certificado médico foi suspenso preventivamente após o incidente
Falha sistêmica exposta
A investigação espanhola apontou que:
⚠️ A ausência de terceiro tripulante qualificado na cabine atrasou a resposta
📉 As regras da EASA permitiam cabine com apenas 1 piloto em ausências breves
✍️ Recomendação formal foi emitida para exigir 2 pessoas autorizadas na cabine permanentemente
Posição da Lufthansa
A companhia aérea não emitiu comunicados sobre o caso, que só veio à tona através do relatório oficial. O copiloto tinha certificação médica válida sem histórico prévio de condições convulsivas.
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Fonte: G1
