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Camilo Santana defende divisão de espaços no Ceará e diz que "PT não pode ter tudo" nas eleições de 2026

Por Central FM 104,92 min de leitura
Camilo Santana defende divisão de espaços no Ceará e diz que "PT não pode ter tudo" nas eleições de 2026

Durante entrevista concedida ao Diário do Nordeste, nesta segunda-feira (26), o ministro da Educação, Camilo Santana (PT), falou sobre os preparativos e articulações políticas do seu grupo no Ceará para as eleições de 2026. Questionado sobre a disputa pelas vagas ao Senado, Camilo defendeu a construção coletiva da chapa majoritária e enfatizou que o Partido dos Trabalhadores precisa compartilhar espaço com os aliados.

“Cada partido tem suas intenções, seus objetivos. Tem partido que quer uma vaga na chapa majoritária, tem partido que quer lançar um nome ao Senado”, afirmou o ministro. “Temos duas vagas para o Senado. A única vaga que está garantida é a do governador Elmano (de Freitas), que tem direito à reeleição. Temos a vice... Então, vamos tentar construir, com esse conjunto de partidos, a ocupação desses espaços com candidaturas viáveis”, completou.

Camilo ressaltou que a eleição de 2026 será marcada pela polarização e exigirá nomes fortes para o pleito. Ele também citou pré-candidatos da base governista que têm se movimentado para disputar o Senado. Entre os nomes mencionados estão o secretário da Casa Civil do Ceará, Chagas Vieira; o deputado federal José Guimarães (PT); o deputado federal Eunício Oliveira (MDB); o ex-senador Chiquinho Feitosa (Republicanos); o senador Cid Gomes (PSB); e o deputado federal Júnior Mano (PL). Camilo também reforçou o nome da deputada Luizianne Lins (PT), que já anunciou pré-candidatura.

Ao comentar especificamente sobre Chagas Vieira, Camilo destacou que ele é "um grande quadro da política cearense", mas que precisa de incentivo para assumir uma candidatura. “Às vezes ele não tem essa disposição tão grande de ir para uma eleição como candidato, mas é alguém que precisa ser estimulado, independente da missão que vai cumprir”.

Por fim, o ministro reiterou a importância de não centralizar o poder no PT. “Acho que o PT não pode ter tudo também. Na chapa, já temos o governador, então precisamos dividir espaços com os nossos aliados”, concluiu.

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Fonte: DN

Qual dos nomes citados por Camilo você acredita que será o mais competitivo ao Senado? Comente abaixo!

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