O debate sobre a criação de um novo feriado municipal em Quixadá culminou em um grave incidente na Câmara de Vereadores. A vereadora Mônica Pelegrine apresentou indicação para homenagear Dom Adélio Tomasin no dia 30 de setembro, proposta que inicialmente recebeu apoio da maioria.
No entanto, o suplente de vereador Jackson Perigoso, líder da bancada governista, propôs substituir o feriado de 11 de fevereiro, dedicado a Nossa Senhora Imaculada Rainha do Sertão, pelo novo. A medida gerou polêmica, envolvendo questões religiosas e políticas.
Durante a sessão, a vereadora Pelegrine, líder da oposição, tentou defender a manutenção do feriado da padroeira, mas foi alvo de ataques verbais e interrupções que visavam silenciar sua fala. O suplente, mesmo sem estar com a palavra, teria interpelado a parlamentar, chegando a chamá-la de "mentirosa".
O episódio de violência política foi tão intenso que a vereadora sofreu um colapso. Ela desmaiou no plenário e precisou ser levada com urgência ao Hospital e Maternidade Jesus, Maria e José, onde foi diagnosticada com pressão arterial elevada.
Este lamentável evento não apenas suspendeu a discussão sobre o feriado, como também coloca em xeque a capacidade da Câmara de Quixadá de manter um ambiente de trabalho respeitoso. A parlamentar classificou a situação como rotineira, reforçando a necessidade de um posicionamento firme das autoridades para coibir a violência política de gênero no Legislativo.
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fonte:Câmara Municipal de Quixadá.
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