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“Congresso inimigo do povo”: Alcolumbre quer identificar responsáveis por expressão viral

Por Central FM 104,92 min de leitura
“Congresso inimigo do povo”: Alcolumbre quer identificar responsáveis por expressão viral

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que acionou a Polícia Legislativa do Senado e da Câmara para identificar os responsáveis por postagens nas redes sociais que utilizaram a expressão “Congresso Inimigo do Povo”. A declaração foi reforçada durante seu pronunciamento na última quarta-feira (3), quando defendeu o papel do Parlamento diante das críticas que viralizaram na internet.

Segundo Alcolumbre, as investigações já estão em andamento e devem apontar os autores das publicações que atacaram o Congresso. Ele prometeu tornar os nomes públicos assim que forem identificados. “Estamos investigando quem fez essas agressões. Vamos tornar isso público”, declarou. O senador afirmou ainda que tais ataques teriam sido patrocinados por diversos grupos, motivo pelo qual acionou a Polícia Legislativa.

Durante o discurso, o presidente do Senado criticou autoridades que, segundo ele, também propagaram ou incentivaram discursos classificando o Congresso como “inimigo do povo”. Apesar da expressão ter sido utilizada por muitos como forma de manifestação, o senador disse considerar o rótulo injusto, defendendo que o Legislativo tem cumprido papel fundamental em momentos decisivos para o país.

Ele destacou, como exemplo, a aprovação da PEC da Transição, em 2022, ressaltando que o Congresso viabilizou, em apenas 25 dias, condições para a implementação de políticas públicas essenciais pelo então novo governo. “O Congresso entregou ao novo governo aquilo que ele pediu”, afirmou.

Alcolumbre também comentou que, desde o anúncio da nova vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), em 20 de novembro, o Parlamento tem sido alvo de “agressões, ataques e ofensas”, inclusive de autoridades que, na visão dele, distorcem o papel constitucional da Casa. O senador disse estar recebendo ataques pessoais por defender prerrogativas exclusivas do Senado na sabatina e votação do indicado ao STF — processo complementar à indicação feita pelo presidente da República.

Ele classificou como “inacreditável” a circulação de informações que sugeriam interferência do Senado na indicação de Jorge Messias ao Supremo, afirmando que nenhum parlamentar tentou usurpar atribuições presidenciais. Para Alcolumbre, os ataques revelam uma tentativa de fragilizar o Legislativo em um momento institucionalmente sensível.


fonte:DCM


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