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Danilo Forte quer União Brasil longe do PT e diz: 'Descontentes mudem de partido’

Por Central FM 104,92 min de leitura
Danilo Forte quer União Brasil longe do PT e diz: 'Descontentes mudem de partido’

O deputado federal Danilo Forte (União Brasil-CE) reafirmou nesta terça-feira (1º) sua posição contrária a alianças com o Partido dos Trabalhadores (PT) e defendeu um caminho liberal para a sigla, tanto no cenário nacional quanto no Ceará. Durante participação no Café da Oposição, na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), o parlamentar criticou a aproximação de alguns filiados com o governo petista e sugeriu que quem não concordar com a linha do partido busque outra legenda.

"Se alguém estiver descontente, que se abrigue em um partido que tenha a vocação adesista ao projeto do PT", declarou Forte em entrevista ao O POVO"O União tem um projeto claro de reforma da economia, um partido liberal, reformista, que quer redução de impostos e eficiência na gestão pública", completou.

O parlamentar destacou que o União Brasil, fruto da fusão entre DEM e PSL, deve manter coerência em sua postura, evitando alinhamentos com o PT em âmbito estadual enquanto critica o partido nacionalmente. "Não tem sentido o partido ter uma postura a nível nacional e outra no Estado", afirmou.

Apesar de não integrar a base do governo Lula, o União Brasil possui ministérios na gestão federal. No Ceará, alguns filiados, como o prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, a deputada federal Fernanda Pessoa e o deputado estadual Firmo Camurça, mantêm proximidade com o governador Elmano de Freitas (PT).

Forte defendeu que o partido defina uma posição clara visando as eleições de 2026 e busque alianças com nomes como o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, e o ex-ministro Ciro Gomes"É muito bom a possibilidade da vinda do Roberto Cláudio, de um Ciro Gomes. Tivemos debates, mas você não pode chamar o Ciro Gomes de corrupto", argumentou.

O deputado também criticou a base governista no Ceará, citando casos de corrupção sem punição, e atacou o Governo Federal pela gestão fiscal e relação com o Parlamento. "O governo reclama do aumento da taxa de juros, mas ela reflete a insegurança fiscal do país", disse.

Café da Oposição contou com a presença do economista Marcos Holanda, que discutiu a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e sugeriu a criação de uma carta de diretrizes para um eventual novo governo no estado.

E você, acha que partidos devem manter coerência ideológica em todos os níveis ou flexibilizar alianças conforme a conjuntura? Deixe sua opinião nos comentários!

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Fonte: O Povo

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