O coronel Aginaldo de Oliveira, secretário de Segurança Pública de Caucaia (CE) e marido da deputada Carla Zambelli (PL-SP), está no centro de uma polêmica após seu desaparecimento dos despachos presenciais coincidir com a saída da parlamentar do Brasil. Suspeita-se que ele tenha auxiliado a esposa a deixar o país após a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir sua prisão preventiva ao STF.
A ausência de Aginaldo desde a última semana chamou a atenção de servidores e moradores da cidade. A Prefeitura de Caucaia informou que o secretário está afastado desde 21 de maio para acompanhar um familiar em tratamento de saúde, conforme publicado no Diário Oficial do Município (DOM). Inicialmente, o retorno estava previsto para 30 de maio, mas o coronel solicitou uma prorrogação de 30 dias, com previsão de retorno em 1º de julho.
Suspeitas de envolvimento na fuga de Zambelli
O afastamento de Aginaldo ocorreu no mesmo período em que Carla Zambelli deixou o Brasil. A deputada responde a dois processos no STF e foi condenada a 10 anos de prisão em regime fechado por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A PGR já encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes um pedido de prisão preventiva contra ela, mas o documento ainda está em sigilo.
Enquanto a prefeitura afirma que o afastamento do secretário se deve a motivos de saúde, a coincidência de datas alimenta especulações de que ele possa ter ajudado Zambelli a fugir. O secretário adjunto, Marcos Sena, assumiu interinamente a pasta.
A reportagem tentou contato com o coronel Aginaldo de Oliveira, mas ainda não obteve resposta. Caso ele se manifeste, a matéria será atualizada.
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Via Ceará Agora
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