O acesso à energia elétrica é considerado essencial para a qualidade de vida, mas cerca de 14 mil residências no Ceará ainda não contam com esse recurso, segundo a pesquisa PNAD Contínua: Características Gerais dos Domicílios e dos Moradores 2024, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (22).
O levantamento mostrou que o Estado possui 3,265 milhões de domicílios, dos quais 3,243 milhões (99,3%) estavam ligados à rede geral de energia elétrica e outros 8 mil utilizavam fontes alternativas, como geradores, painéis solares ou eólicos. Assim, 14 mil casas ficaram sem acesso — sendo 10 mil em áreas urbanas e 4 mil em zonas rurais.
Na capital, Fortaleza, o índice de cobertura também impressiona: dos 950 mil domicílios, 949 mil tinham acesso à eletricidade (2 mil por meio de fontes alternativas) e apenas 1 mil não possuíam energia.
Apesar dos bons números, o IBGE ressalta que nem todos os lares contam com fornecimento integral: 97 mil residências registraram algum tipo de interrupção em 2024, sendo 72 mil em áreas urbanas e 25 mil em áreas rurais.
Em termos percentuais, a cobertura no Ceará é de 99,6% nos domicílios urbanos e 99,5% nas residências rurais, índices considerados de “elevada cobertura” pelo IBGE.
No Brasil, o cenário também é positivo: 99,8% dos domicílios do país têm acesso à energia elétrica, índice estável em relação a 2023. A Região Nordeste figura entre as que mais avançaram, com 99,7% dos lares atendidos. Já o Norte, embora tenha ampliado sua cobertura, segue com os menores índices — apenas 85,2% dos domicílios rurais da região estão conectados à rede.
O acesso universal à energia elétrica é uma das metas da Agenda 2030 da ONU, que prevê disponibilidade confiável, sustentável e a preço acessível a todos.
@radiocentralquixada
www.centralfmquixada.com.br
fonte:Diário do Nordeste
E você, acredita que o Ceará conseguirá zerar esse déficit de 14 mil casas sem energia elétrica nos próximos anos?
#EnergiaElétrica #IBGE #Ceará #ODS #Agenda2030 #Infraestrutura #Quixadá
