Nesta quinta-feira (3), o Ibovespa atingiu um novo marco, fechando em 140.928 pontos, com alta de 1,35% – superando o recorde anterior de 140.110 pontos, registrado em 20 de maio. O índice chegou a ultrapassar os 141 mil pontos durante o pregão, mas recuou levemente no fim da sessão.
Enquanto isso, o dólar comercial recuou 0,29%, cotado a R$ 5,4049 – o menor valor desde 11 de junho de 2024 (R$ 5,3605). A moeda oscilou ao longo do dia, refletindo o cenário internacional e as expectativas do mercado.
O que impulsionou o Ibovespa?
✅ Expectativa de cortes de juros nos EUA: O Fed (banco central americano) sinalizou possíveis reduções na taxa básica ainda este ano, o que beneficia mercados emergentes como o Brasil.
✅ Queda do dólar: A moeda americana perde força diante da perspectiva de menor atratividade nos EUA.
✅ Derrota do aumento do IOF no Congresso: A rejeição da proposta de taxação de operações financeiras aliviou investidores.
Riscos no horizonte
🔻 Pacote fiscal de Trump: O Congresso dos EUA aprovou um megapacote de cortes de impostos e aumento de gastos, que pode elevar a dívida pública americana em US$ 3,3 trilhões na próxima década.
🔻 Possível retomada de tarifas comerciais: O fim da suspensão do "tarifaço" pode pressionar a inflação global e adiar cortes de juros.
🔻 Tensão fiscal no Brasil: O governo ainda busca alternativas para equilibrar as contas públicas após a derrubada do aumento do IOF.
Efeitos do pacote orçamentário de Trump
O projeto, chamado de "One Big Beautiful Bill", inclui:
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Cortes de impostos para empresas e trabalhadores
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Aumento de gastos com imigração e Forças Armadas
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Redução de programas sociais, como o Medicaid
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Revogação de incentivos a energias limpas
Especialistas alertam que o plano pode aumentar a inflação e elevar os juros no longo prazo, impactando economias emergentes.
E agora?
O mercado aguarda:
📌 Novos dados do emprego nos EUA (próximo payroll)
📌 Decisões do Fed sobre juros
📌 Sinalizações do governo brasileiro sobre ajuste fiscal
Você acha que o Ibovespa conseguirá manter essa trajetória de alta? Ou os riscos internacionais podem frear o otimismo? Deixe sua opinião nos comentários!
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Via G1
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