Em decisão desta quinta-feira (15), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) afastou Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF e nomeou Fernando Sarney, um dos vice-presidentes, como interventor. A medida determina a convocação de novas eleições para o comando da entidade.
O desembargador Gabriel de Oliveira Zéfiro anulou o acordo que mantinha Ednaldo no cargo, homologado pelo STF no início do ano, devido a indícios de falsificação da assinatura do ex-presidente interino da CBF, Coronel Nunes. Uma perícia apontou irregularidades, e o magistrado destacou que a capacidade mental do dirigente estava em dúvida desde 2018, quando ele foi diagnosticado com um tumor cerebral.
O caso chegou ao TJ-RJ após pedidos da deputada Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ) e do próprio Fernando Sarney, que questionaram a validade do acordo. O ministro Gilmar Mendes, do STF, havia determinado a apuração dos fatos, mas negou o afastamento imediato de Ednaldo.
Crise na CBF e repercussões
A decisão ocorre dias após o anúncio da contratação do técnico italiano Carlo Ancelotti para comandar a Seleção Brasileira a partir de 2024. Ednaldo Rodrigues fechou o acordo antes mesmo de o Real Madrid oficializar a saída do treinador, em uma manobra para tentar fortalecer sua posição.
Esta é a segunda vez que Ednaldo é afastado da presidência da CBF. Em dezembro de 2023, ele já havia sido destituído, mas retornou ao cargo um mês depois após intervenção do STF. Agora, a entidade entra em mais uma fase de instabilidade, com eleições marcadas e incertezas sobre o futuro da gestão.
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📌 Fonte: G1
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