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Medicamentos sobem até 3,81% e impactam consumidores no Ceará

Por Central FM 104,91 min de leitura
Medicamentos sobem até 3,81% e impactam consumidores no Ceará

A partir desta quarta-feira (1º), passa a valer o novo teto de reajuste dos medicamentos no Brasil, definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, com índice máximo de 3,81%. Apesar de ser o menor aumento em quase duas décadas, o impacto já começa a ser sentido no bolso dos consumidores.

O reajuste funciona como limite, ou seja, não é obrigatório nem imediato nas farmácias, podendo ser aplicado de forma gradual conforme a política de cada estabelecimento. Ainda assim, especialistas alertam para reflexos diretos no orçamento das famílias, especialmente entre idosos e pessoas que fazem uso contínuo de medicamentos.

No Ceará, o aumento acompanha a tendência nacional e afeta principalmente medicamentos de uso comum. A seguir, confira a projeção dos preços com base no reajuste máximo:

Medicamento | Preço até 31/03 | Novo preço (1º/04)
Dipirona | R$ 4,15 | R$ 4,31
Fenilefrina + Clorfeniramina | R$ 14,97 | R$ 15,54
Ibuprofeno | R$ 4,04 | R$ 4,19
Loratadina | R$ 16,35 | R$ 16,97
Dexclorfeniramina | R$ 16,65 | R$ 17,28
Cafeína + Orfenadrina + Dipirona | R$ 8,91 | R$ 9,25
Paracetamol | R$ 11,34 | R$ 11,77
Escopolamina + Dipirona | R$ 15,70 | R$ 16,30
Nistatina | R$ 18,11 | R$ 18,80
Acetilcisteína | R$ 34,93 | R$ 36,26

Embora abaixo da inflação, o reajuste é considerado por economistas como um “imposto silencioso”, já que medicamentos são itens essenciais e não podem ser adiados, pressionando principalmente as famílias de menor renda.

Fonte:DN

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