Uma suspeita que 2026 poderá confirmar — ou não — ganha força: há um crescente desgaste entre evangélicos em relação à forte conexão de seus líderes e pastores com o ativismo político. Essa percepção surge diante da desaceleração no crescimento das igrejas evangélicas, como revelam os dados do Censo de 2022.
Em outras palavras, pode estar se esgotando o vínculo entre parte significativa das lideranças evangélicas, especialmente no meio neopentecostal, e o bolsonarismo. Essa mudança de cenário representa um desafio para figuras como Michelle Bolsonaro e outros nomes associados ao chamado "igrejismo de extrema direita".
Muitos fiéis já não suportam o discurso inflamado de pastores como Silas Malafaia, conhecido por suas ameaças ao STF e por sua propaganda aberta em favor de bolsonaristas. "Não há fé que aguente", resumiu um evangélico que preferiu não se identificar.
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Fonte: DCM
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