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No linguajar "cearenses" Mauro Cid lascou Bolsonaro. E revela ao STF que Bolsonaro pressionou militares por justificativa golpista

Por Central FM 104,91 min de leitura
No linguajar "cearenses" Mauro Cid lascou Bolsonaro. E revela ao STF que Bolsonaro pressionou militares por justificativa golpista

Em depoimento ao ministro Alexandre de Moraes nesta segunda-feira (9), o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, revelou que o ex-presidente e aliados esperavam encontrar indícios de fraude nas urnas eletrônicas para convencer as Forças Armadas a apoiar uma intervenção que reverteria o resultado das eleições de 2022.

Segundo Cid, que atua como delator no caso, Bolsonaro e o general Walter Braga Netto pressionavam o então ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, a levantar dúvidas sobre a segurança do sistema eleitoral. "A grande expectativa era que fosse encontrada uma fraude nas urnas. Com isso, poderiam convencer os militares de que a eleição foi fraudada e, talvez, a situação mudasse", declarou.

O depoimento integra a ação penal que investiga a trama golpista para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nogueira havia enviado um parecer técnico ao TSE em 2022 sugerindo que não era possível garantir a invulnerabilidade das urnas, mesmo integrando a comissão de transparência eleitoral.

Os interrogatórios continuam até sexta-feira (13), com os depoimentos de outros sete réus, incluindo o próprio Bolsonaro, Braga Netto e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres.

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Via Agencia Brasil com adaptações Central de Notícias

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