A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) manifestou apoio à decisão do Ministério da Educação (MEC) de proibir a oferta de ensino a distância (EAD) em cursos como Direito, Medicina, Enfermagem e Psicologia. A medida, anunciada pelo governo federal nesta segunda-feira (19/5), foi bem recebida pela entidade, que há anos critica a expansão do modelo EAD no ensino jurídico.
"A luta da OAB pela qualidade do ensino jurídico é histórica. Por isso, comemoramos a cautela do MEC com a modalidade a distância, que significaria, neste momento e da forma como está, um retrocesso", afirmou o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti.
O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e anunciado pelo ministro da Educação, Camilo Santana, em reunião com representantes de universidades e entidades do setor. A OAB reforça que a formação em áreas como Direito exige mais do que conteúdo teórico, incluindo debates em sala de aula, acompanhamento docente e vivência prática – aspectos que, segundo a entidade, são comprometidos no ensino remoto.
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Fonte: Metropoles
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