A falta de insulina nos postos de saúde de Quixadá tem gerado revolta e preocupação entre pacientes diabéticos e familiares. A denúncia foi feita por um ouvinte da Rádio Central FM, que entrou em contato com a emissora relatando que o medicamento essencial para o controle da diabetes está em falta na rede pública municipal desde o ano passado.
Segundo o relato do ouvinte, pacientes que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) procuram regularmente as unidades básicas e recebem a mesma resposta: não há insulina disponível e não existe previsão para reposição. Diante disso, muitos são obrigados a comprar o medicamento com recursos próprios ou, em situações ainda mais graves, interromper o tratamento.
A situação expõe falhas graves na gestão da Secretaria Municipal de Saúde de Quixadá, responsável pelo planejamento, aquisição e distribuição de medicamentos básicos. A ausência prolongada de um item considerado vital levanta questionamentos sobre a organização do estoque, a prioridade dada à atenção básica e a capacidade administrativa da pasta.
Especialistas alertam que a insulina não é um medicamento de uso eventual. A interrupção do tratamento pode causar complicações severas, como descontrole glicêmico, internações frequentes e risco de morte, especialmente entre idosos e pacientes com diabetes tipo 1. Mesmo assim, segundo os relatos recebidos pela rádio, falta transparência e resposta concreta por parte da Secretaria de Saúde.
Diante da denúncia feita por ouvinte da Rádio Central FM, cresce a cobrança para que a Prefeitura de Quixadá e a Secretaria Municipal de Saúde se posicionem oficialmente, expliquem os motivos da falta de insulina desde o ano passado e apresentem, com urgência, um cronograma de regularização do abastecimento. O acesso contínuo a medicamentos essenciais é um direito garantido pelo SUS e não pode ser tratado com descaso.
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