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PF indicia prefeito de Iguatu e mais três por crimes eleitorais e associação criminosa

Por Central FM 104,92 min de leitura
PF indicia prefeito de Iguatu e mais três por crimes eleitorais e associação criminosa

A Polícia Federal (PF) indiciou o prefeito de Iguatu, Roberto Filho (PSDB), por suspeita de crimes eleitorais, associação criminosa e “caixa dois” durante a eleição suplementar realizada em 2023. Outros três nomes também foram indiciados no mesmo inquérito: Thiago Oliveira Valentim, Márcia Rúbia Batista Teixeira e Anderson Teixeira Nogueira.

As investigações foram iniciadas a partir de uma requisição da Promotoria da 13ª Zona Eleitoral e conduzidas pela Delegacia da PF em Juazeiro do Norte. Conforme o inquérito, foram encontrados indícios de irregularidades graves na prestação de contas de campanha do atual prefeito, como despesas não identificadas e pagamentos feitos em espécie a cabos eleitorais sem os devidos recibos ou com valores inferiores aos registrados oficialmente.

A PF ainda apontou o uso de camisetas de campanha não declaradas na contabilidade oficial, o que configuraria falsidade ideológica eleitoral.

No caso do crime de coação eleitoral, os investigadores destacam a atuação de Thiago Oliveira Valentim — conhecido como “Thiago Fumaça” — apontado como líder local de uma organização criminosa. Segundo a polícia, ele teria impedido a propaganda de candidatos opositores, controlando, por meio de ameaças, as ações políticas em determinadas áreas do município.

Além de Thiago, também foram indiciados Márcia Rúbia, advogada presa em 2023 por suspeita de ligação com o tráfico de drogas, e Anderson Teixeira, integrante da chapa vencedora.

O que diz a defesa?

A Prefeitura de Iguatu enviou nota ao Diário do Nordeste reforçando que há distinções importantes entre os envolvidos e os crimes apontados. Segundo o comunicado, o prefeito Roberto Filho não foi responsabilizado por coação eleitoral, e os indícios contra ele estariam restritos a “matéria contábil e documental” da prestação de contas.

A defesa ressaltou ainda que as contas da campanha já foram analisadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, e que não há decisão judicial que possa comprometer o mandato do prefeito. O município afirma que o despacho da PF se refere a uma fase de inquérito e não configura condenação.

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Fonte: DN

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