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Rejeição sobe, base se fragmenta: Pesquisa Quaest expõe desgaste de Lula no Parlamento

Por Central FM 104,92 min de leitura
Rejeição sobe, base se fragmenta: Pesquisa Quaest expõe desgaste de Lula no Parlamento

Uma nova pesquisa da Quaest, encomendada pela Genial Investimentos, revela o maior desgaste do governo Lula no Congresso Nacional desde o início de seu mandato em 2023. O aumento da rejeição entre parlamentares independentes e a fragmentação da base aliada acendem um sinal de alerta para a governabilidade e para os rumos da disputa presidencial em 2026.

Avaliação geral: mais críticos, menos apoio

  • 46% dos deputados avaliam o governo como negativo (ante 42% em 2024).

  • Apenas 27% têm avaliação positiva, queda em relação aos 35% de 2023.

  • 24% consideram o governo regular, e 3% não opinaram.

A pesquisa ouviu 203 deputados entre maio e junho, com margem de erro de 4,5 pontos percentuais.

Independentes viram as costas para Lula

O grupo dos parlamentares sem alinhamento fixo, crucial para aprovar projetos, está mais crítico:

  • 44% avaliam o governo como ruim (ante 20% em 2023).

  • Apenas 8% têm opinião positiva, queda de 10 pontos em dois anos.

Enquanto isso, 71% dos governistas mantêm avaliação positiva, e 96% da oposição reprovam a gestão Lula.

Relação com o Congresso piora

  • 51% dos deputados consideram a relação com o Planalto negativa (ante 41% em 2023).

  • Apenas 18% veem o diálogo como positivo.

Diferenças regionais e ideológicas

  • Nordeste é a única região com avaliação equilibrada (37% positiva x 33% negativa).

  • Sudeste, Sul e Centro-Oeste/Norte têm maioria crítica.

  • Esquerda mantém apoio firme (84% positivo), enquanto a direita rejeita massivamente (86% negativo).

2026: Oposição é favorita, mas Lula ainda pode disputar

  • 68% acreditam que Lula tentará a reeleição.

  • 50% veem a oposição como favorita, contra 35% que apostam no governo.

  • Tarcísio de Freitas (49%) é o nome mais citado como principal adversário.

STF e Hugo Motta: avaliações em destaque

  • Supremo Tribunal Federal tem 48% de avaliação negativa, com 49% dos deputados criticando supostas invasões de competências do Congresso.

  • Já o presidente da Câmara, Hugo Motta, tem 68% de aprovação, com destaque entre independentes (82%).

O que isso significa para o governo?

O aumento da rejeição entre independentes e a fragmentação da base aliada podem dificultar a aprovação de reformas, como a tributária e medidas fiscais. O Planalto precisará negociar mais cargos e orçamento para garantir apoio, elevando o custo político da governança.

E você, acha que o governo Lula conseguirá recuperar apoio no Congresso até 2026? Deixe sua opinião nos comentários!

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Fonte: Focus Poder

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