Em sessão tensa na Comissão de Fiscalização e Controle do Senado nesta quinta-feira (15/5), o ministro da Previdência, Wolney Queiroz (PDT), e o senador Sergio Moro (União-PR) travaram um embate público sobre as responsabilidades no escândalo de descontos indevidos no INSS, revelado pelo Metrópoles.
O debate
Wolney citou uma reportagem do Jornal Nacional (TV Globo) que mostrou denúncias de um servidor à Polícia Federal em 2020 sobre irregularidades no INSS – período em que Moro era ministro da Justiça.
🔴 Wolney a Moro:
"Em 2020, um servidor denunciou à PF fraudes no INSS. O senhor era ministro da Justiça. Fez algo para coibir essas fraudes?"
⚫ Resposta de Moro:
"Não chegou ao meu conhecimento. Já o senhor era secretário-executivo da Previdência e não agiu. Agora quer me acusar?"
O ministro rebateu, afirmando que o governo Lula foi quem agiu ao descobrir o esquema:
"Foi nosso governo que chamou a polícia. O senhor, como ministro da Justiça, tinha mais obrigação de saber."
Mais tarde, Moro alegou que já havia deixado o ministério em abril de 2020, antes da denúncia (setembro/2020).
Contexto do escândalo
As fraudes no INSS, envolvendo cobranças indevidas de aposentados, foram expostas em dezembro de 2023 pelo Metrópoles, levando à abertura de inquérito pela PF. Wolney, que já foi secretário-executivo da Previdência no governo Lula, assumiu o ministério após a saída de Carlos Lupi (PDT).
Opinião pública divide-se
Enquanto apoiadores de Wolney destacam que o governo atual investigou o caso, aliados de Moro argumentam que as denúncias já existiam e não foram devidamente apuradas antes.
E você, acha que a discussão no Senado ajuda a esclarecer o caso, ou é apenas politicagem? Deixe seu comentário!
📌 Fonte: Metrópoles
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